Para o poder concedente

Consultoria de tarifa e custos para prefeituras e órgãos gestores de transporte

Secretarias de mobilidade, autarquias de transporte e consórcios intermunicipais contratam a Cubic para ter um número próprio — construído com método, auditável e defensável diante do operador, da Câmara, do Tribunal de Contas e do usuário.

Situações típicas

Quando o município precisa de um cálculo próprio

Revisão tarifária anual

O reajuste chegou pedido pelo operador e a prefeitura precisa verificar item a item o que sustenta o valor — antes de homologar, negociar ou recusar.

Pedido de reequilíbrio

O operador alega desequilíbrio econômico-financeiro. É preciso avaliar se a causa alegada existe, se é imputável ao contrato e qual é o valor efetivo do desequilíbrio.

Licitação de novo contrato

O edital precisa de um referencial de custos consistente, critérios claros de reajuste e revisão, e um anexo econômico-financeiro que não seja impugnável.

Dimensionamento de subsídio

A tarifa de equilíbrio não cabe no bolso do usuário. Quanto o município precisa aportar para sustentar uma tarifa-alvo, por ano e por cenário de rede.

Mudança de rede

Reestruturação da malha, novos corredores ou alteração de frequências: qual o efeito sobre o custo do sistema e sobre a tarifa, antes de implantar.

Resposta a órgão de controle

Tribunal de Contas ou Ministério Público questionou o cálculo tarifário e o município precisa apresentar memória de cálculo completa.

O que muda para o município

Sair da posição de quem só recebe o número pronto

A assimetria técnica entre operador e poder concedente é a raiz de boa parte dos conflitos tarifários. Quando o município tem análise própria, aberta e calibrada, a conversa deixa de ser sobre confiança e passa a ser sobre parâmetros.

O resultado prático: negociação com base comum, decisão administrativa fundamentada, resposta rápida a questionamento de controle externo e capacidade de simular internamente qualquer alteração de rede ou de frota sem contratar um novo estudo a cada pergunta.

Entregáveis para o poder concedente

  • Análise de custos em arquivo editável e sem senha, um por cenário
  • Tarifa de equilíbrio nos seis cenários e quadro comparativo
  • Necessidade de subsídio para tarifas-alvo definidas pela gestão
  • Relatório técnico com memória de cálculo completa
  • Nota técnica em linguagem administrativa, para instruir processo
  • Apresentação executiva para Câmara, conselho ou audiência pública
  • Transferência de conhecimento para a equipe técnica

Sua equipe precisa de um número próprio?

Diga o município, o porte da frota e a decisão em jogo. Respondemos com escopo, produtos e prazo — e com o roteiro de coleta de dados.