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Análise de custos, tarifa de equilíbrio e modelagem econômico-financeira

Seis frentes de trabalho que compartilham a mesma base: uma análise de custos construída no método da ANTP, aberta, calibrada com os dados do seu sistema e preparada para responder a mais de uma pergunta.

01 — Serviço principal

Análise de custos do sistema

O levantamento completo da estrutura de custos: parcelas variáveis e fixas, depreciação, remuneração do capital, pessoal, despesas administrativas, remuneração da prestação dos serviços e tributos.

Os coeficientes são calibrados com os dados do próprio sistema sempre que existirem — consumo medido de combustível, folha real, contratos de manutenção, notas de pneus. Onde o dado não existe, entram os valores de referência da ANTP, e isso fica registrado no relatório. A diferença entre parâmetro medido e parâmetro de referência nunca fica escondida.

Inclui

  • Estrutura completa de custos variáveis e fixos
  • Cálculo de depreciação e remuneração do capital de frota, instalações e almoxarifado
  • Quadro de pessoal de operação e manutenção, com fator de utilização
  • Tratamento de tributos sobre a receita
  • Premissas separadas do cálculo, em bloco próprio
  • Dicionário de variáveis com fonte de cada parâmetro

Indicadores apurados

  • Tarifa técnica de equilíbrio por cenário
  • Custo por quilômetro e custo por passageiro
  • IPK — índice de passageiros por quilômetro
  • Passageiros equivalentes, com tratamento de gratuidades e integrações
  • Necessidade de subsídio para uma tarifa-alvo definida pelo contratante
  • Sensibilidade da tarifa a diesel, demanda, salário e idade da frota

02

Apuração da tarifa de equilíbrio

O custo total apurado vira tarifa quando encontra a demanda. É aí que entram as escolhas que mais mudam o resultado: como se contam os passageiros equivalentes, como entram gratuidades e integrações, e é feito o cálculo do subsídio.

Essas escolhas são explicitadas uma a uma, com o efeito de cada uma sobre a tarifa final. Se o contrato define um critério diferente do usual, calculamos pelos dois e mostramos a diferença.

03

Modelagem econômico-financeira

Quando a pergunta é sobre o contrato inteiro, e não sobre um mês de operação, a análise de custos vira fluxo de caixa: investimento em frota, calendário de renovação, financiamento, capital de giro, tributos e receitas ao longo de todo o prazo.

O modelo entrega TIR do projeto, valor presente líquido, prazo de retorno e o ponto de equilíbrio da operação, com análise de sensibilidade sobre as variáveis críticas. É o instrumento para avaliar se um edital fecha, se uma proposta é sustentável e quanto de subsídio o sistema exige para uma tarifa politicamente viável.

Saídas do modelo

  • Fluxo de caixa livre por período, ao longo do prazo contratual
  • TIR, VPL e prazo de retorno do investimento
  • Cronograma de investimento e renovação de frota
  • Curva de necessidade de subsídio por ano
  • Análise de sensibilidade e cenários de estresse
  • Ponto de equilíbrio de demanda e de tarifa

04 a 06

As outras três frentes

Trabalhos que se apoiam na mesma análise e costumam ser contratados junto com ela ou logo depois.

Estudos de cenário operacional

Simulação do efeito de mudanças de rede, frequência, tipo de veículo, idade da frota ou política tarifária sobre o custo e sobre a tarifa. É o serviço que responde “quanto custa fazer diferente” antes de a decisão ser tomada.

Inclui os seis cenários padrão e cenários adicionais sob demanda.

Reequilíbrio econômico-financeiro

Demonstração técnica do desequilíbrio de um contrato: comparação entre as condições da proposta e as condições verificadas, isolando causa por causa — variação de custo, de demanda, de rede ou de exigência contratual.

Para o operador que pleiteia e para o poder concedente que analisa.

Apoio a licitações e concessões

Referencial de custos do edital, anexo econômico-financeiro, definição de critérios de reajuste e revisão, e avaliação de propostas. Do lado do proponente, análise de exequibilidade antes de assinar.

Inclui resposta a impugnações e esclarecimentos técnicos.

Compromisso de entrega

Memória de cálculo aberta

Não trabalhamos com arquivo protegido por senha, com conta escondida nem com “modelo proprietário” que só a consultoria consegue rodar. O valor do trabalho está na construção e na calibração da análise, não em reter o arquivo.

  • Sem senha e sem qualquer bloqueio de edição
  • Sem número embutido no meio da conta — todo parâmetro tem lugar próprio
  • Sem dependência de complemento ou arquivo externo para abrir
  • Com sessão de transferência para a equipe que vai operar o modelo

Qual dessas frentes resolve o seu problema?

Se não estiver claro, descreva a situação. Em geral conseguimos indicar o escopo certo já na primeira resposta.